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Das tristezas que a vida pode nos trazer (e das que podemos causar) quando fechamos os nossos olhos e nossos ouvidos.

Das tristezas que a vida pode nos trazer (e das que podemos causar) quando fechamos os nossos olhos e nossos ouvidos.

Olho ao redor e vejo uma luta incessante contra crenças de amor ao próximo, educação e ciência.

São atacados com crueldade pela ignorância de monstros que tem bocas e dedos gigantes. Falam muito e escrevem muito, fazem isso mal e sendo maus. Adiantam-se nos pré julgamentos, não tem olhos para ver além, são surdos para as vozes diferentes das que conhecem desde a infância.

No grupo de monstros que me identifico como parte temos olhos grandes e orelhas imensas, características de bons leitores e ouvintes ímpares. Nossa boca e dedos tem proporções justas a fim de produzirmos o legado de uma única vida: a nossa própria.

Quero acreditar na união dos seres vivos, no poder do diálogo (mesmo feito em diversos idiomas e comportamentos). Quero acreditar na mudança de velhos e gastos paradigmas e na construção de novos conceitos que um dia cairão de joelhos, cansados e puidos como seus antecessores, dando espaço para uma nova geração mais adequada.

Esses desejos são tímidos diante da falta de vergonha dos agressores. Então, bom observador e maluco que sou (devo ser) sento num canto escuro da minha sala, cotovelos se apoiam nos joelhos, as mãos acomodam minhas têmporas deixando espaço para que meus enormes ouvidos ainda ouçam o silêncio e aqueles grandes olhos que nasceram para ler, nesse momento, choram um rio de tristeza.

Triste sim, não pela dor da agressão! Mas sim por perceber, de repente, que “o outro” também tem lindos olhos e orelhas tão grandes quanto as minhas… Mas ele opta inconscientemente por não usá-los, fecha-se em si virando uma pedra.

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#maisamorporfavor

Mais do meu diário e pensamentos em www.beanimal.com.br seja sempre bem vindo, não precisa trazer presentes, só traga amor quando vier visitar!

O Amor está salvando o dia e eu resolvi ajudá-lo / Love is saving the day and I decided to help it

Por doze anos dediquei minha vida a espalhar ideias sobre uma boa comunicação e amor entre os seres humanos e outros animais. tem sido uma tarefa bastante grande e muitos esforços vieram daí. Eu também tive uma enorme quantidade de boas surpresas por esse anos, anjos apareceram no meu caminho, tive momentos de muito amor com meus animais … (O Amor está salvando o dia e eu resolvi ajudá-lo / Love is saving the day and I decided to help it)

O Amor está salvando o dia e eu resolvi ajudá-lo / Love is saving the day and I decided to help it

O Amor está salvando o dia e eu resolvi ajudá-lo / Love is saving the day and I decided to help it

Infelizmente descobri meio tarde que o maior problema na comunicação é entre os próprios seres humanos. Então comecei acreditar que o mais cedo que nós possamos desenvolver uma comunicação melhor e mais ativa entre nós, então, comunicar nossas ideias a outras criaturas vivas será muito fácil.
É por isso que eu terminei a minha empresa BEAnimal, ou pelo menos eu mudei meu foco para espalhar ideias sobre uma vida mais harmônica entre as pessoas.

Eu espero que você possa me acompanhar e ajudar a desenvolver novos (e também importantes) conteúdos aqui no nosso blog e mídias sociais.

O amor está salvando o dia … vamos ajudá-lo.

ENGLHIS VERSION FOR ENGLISH SPEAKERS

For twelve years I´ve dedicated my life to spread ideas about a good communication and love between human beings and other animals. It´s been quite a task and huge efforts came from it. I also had enormous amounts of good surprises, angels through my way, loving times with my animals…

Unfortunately I figured out the biggest problem in communication is between human beings themselves. And I started believing as soon we can have a better and more active communication among us, then, communicate our ideas to other live creatures will be easy.

That´s why I ended my company BEAnimal, or at least I changed my focus to spread ideas about a more harmonic life between people.

I hope you keep up with me and help develop new and important contents here at our blog and social media.

Love is saving the day… let´s help it

A Realidade Em Tons de Cinza /// Reality in Shades of Gray

Não me incomodo com a realidade! Nem a modifico Para melhor (otimista) ou pior (pessimista). O mundo em tons de cinza não é cruel nem maravilhoso. Ele é sóbrio e encerra nessa sobriedade todas as possibilidades reais para quem tem coragem de encará-lo como verdadeiramente é! Sem o deslumbre infantil de uma criança que está em um parque de diversões ou a rabugice senil de uma vida mal vivida.(A Realidade Em Tons de Cinza /// Reality in Shades of Gray)

Aceito que errei muito identificando onde eu poderia ter feito melhor. E também vejo os acertos para tentar reproduzí-los. Não comemoro um tanto quanto não me corto pelo outro e isso faz da minha vida uma constante maravilhosa de se andar.

Entre todas as trilhas de montanhas cheias de altos e baixos eu prefiro andar na praia e de preferência na areia batida perto de onde as ondas estouram. Entre o sol exagerado que pode queimar minha retina e a chuva constante que me impede de sair de casa eu prefiro o dia nublado, ameno e sem surpresas. E quando está muito sol uso óculos escuro e se chove muito uso capa de chuva (como a realidade me pede).

A realidade em tons de cinza/// Reality in shades of gray

A realidade em tons de cinza/// Reality in shades of gray

Por via das dúvidas, a única coisa que faço não importando a qualidade do clima é passar filtro solar. Dizem que faz bem.

ENGLISH VERSION FOR ENGLISH SPEAKERS

I don´t bother about reality! I Neither modify it to a better point of view (optimistic) nor  a worse one (pessimistic). World in shades of gray isn´t cruel or wonderful. It´s sober and brings in this sobriety all the real possibilities for those who have the courage to face it as it truly is! Neither having the childish look of a child impacted in an amusement park nor the  senile grumpiness spent in a wothless life.

Accepting that I made so many wrong choices helps me identifying where I could have done better. And when I see the points I made, places where I scored makes me try to reproduce them. But I don´t like to celebrate either one or cut myself for the other, it makes my life a wonderful constant walk.

Among all the mountains, full of trails, ups and downs… I trully  prefer walking on the beach and preferably in the sand where the waves burst. Between the exaggerated sun that could burn my retina and the constant rain that keeps me from leaving home, well, I prefer the cloudy day, mild and no surprises. And when it’s too sunny  I use my sun glasses and if it rains much I use raincoat (cause being realistic, I know I can´t change the weather).

A realidade em tons de cinza/// Reality in shades of gray

A realidade em tons de cinza/// Reality in shades of gray

Just in case, the only thing I do not matter how good or bad the weather is…. it is wear sunscreen. They say it is good.

A Matemática do Amor /// Love´s Mathematics

A matemática do amor é muito simples. Se você gosta de rock and roll não namore um funkeiro, se você gosta de esportes não desperdice o seu tempo de sair em encontros com as pessoas sedentárias, se você não pode viver sem carne o que você está fazendo com um vegano?

A vida não dura para sempre e os dias passam mais rápido do que podemos imaginar, eu não posso pensar em perder meu tempo tentando mudar o ponto de vista de alguém, ou os desejos e menos ainda o estilo de vida.

Mas sim, eu posso imaginar estar perto de alguém cuja história de vida é semelhante à minha. Alguém que ama animais e me respeita por não comê-los. Eu posso passar as tardes na minha varanda, sentado, olhando meus animais, imaginando como a vida é maravilhosa e que bom seria compartilhá-la com alguém que gosta e gosta das mesmas coisas que eu.

E eu fico pensando como a matemática de amar é simples … se você gosta de piano fique junto de alguém que poderia compor belas músicas quando pensar em você, essa pessoa vai fazer você feliz e também vai sentir a felicidade de crescer quando você escutar o resultado daquele pensamento e ver a emoção iluminando seus olhos.

Se você tem dificuldades para se entender com seu animal de estimação, acalme-se e entre em contato conosco, nós atendemos online via skype no mundo todo. Temos milhares de resultados positivos e clientes felizes.

a matemática do amor /// Love´s mathematics

a matemática do amor /// Love´s mathematics

ENGLISH VERSION FOR ENGLISH SPEAKERS

Mathematics of love is quite simple. If you like rock and roll don´t date a rapper, if you like sports don´t waste your time going out on dates with sedentary people, if you can´t live without meat what are you doing with a vegan?
Life doesn´t last forever and the days passes by faster than we can imagine, I can´t imagine losing my time trying to change someone´s point of view, wishes and life style.
But yes, I can imagine being by someone´s side whose life story is similar with mine. Someone who loves animals and respect me for not eating them. I can spend afternoons on my balcony, sitting, watching my animals, wondering how wonderful life is and how nice would be sharing it with someone who likes and enjoys the same things I do.
And I keep thinking how simple mathematics of love is… if you love the piano stick together someone who could make beautiful compositions when thinking of you, this person will make you happy and will also feel happiness growing when you listen to it and see the emotion brightening your eyes.

If you are in trouble to connect with your pet, calm down and contact us. We provide online classes all over the world, thousands of happy and successfull clients.

Longa História em Poucas Palavras

Por Beatriz Rinaldi, grande amiga que acompanha nossa história compartilhando as dela.

Ando com tanta saudade do meu avô (nonno Augusto) que to atraindo velhinhos… hoje sentou ao meu lado o Eugenio, russo de 92 anos, olhos azuis e aparelho de surdez, a contar um pouquinho da sua longa história. “eu nasci diferente de todos os meus oito irmãos. você sabe por quê? porque nasci com voz de tenor lírico.” Ele contou mta coisa, sobre viver muito e “saber nada”… e se despediu desejando boa sorte a nós, “crianças”. não respondi – me pareceu satisfeito com o que viveu, e dispensa sorte, isso é pra quem ainda tem chão pra gastar.

Longa história

Longa história

A Casa na Árvore

Era um grupo de amigos, todos tinham aproximadamente 10 anos. Passavam muito tempo juntos no colégio. Eram esses tipos de moleques que estudavam de manhã e faziam uma bagunça saudável a tarde. Dormiam uns nas casas dos outros, e quando tinham tarefa ou trabalho em grupo para o colégio se juntavam para fazer tudo juntos. Era uma época que as diferenças não faziam diferença, eram brancos, pretos, loiros, pobres e ricos, só não sabiam disso e eram amigos de verdade.

O que ninguém sabia é que eles tinham um plano para dominar a Rua! Era a rua que mais passavam tempo juntos. Na casa dos pais de um deles, o tio Tigrão e da tia Elvira, era onde passavam horas do dia planejando tudo. A sede seria uma casa na árvore, passavam horas lá em cima de uma grande copa com galhos imensos que podiam se alojar todos confortavelmente. A casa seria de madeira e poderiam levar suas coisas lá pra cima, só eles poderiam ter acesso.

Não tinham inimigos de verdade, só outras crianças que passavam por ali no caminho de volta do colégio ou da evangelização. Mas era o suficiente para imaginarem os inimigos tomando a árvore! E para protegerem o que era deles, levavam suas armas contra os inimigos. As armas eram muito eficientes, sacos plástico preparados com terra, laranjas podres do pomar e cocô dos cachorros do quintal. Eram cuidadosamente fechados e levados para cima do forte que eles viviam trepados. O plano era arremessar esses sacos de podridão, que ficavam mais podres todo dia, em quem tentasse subir na árvore. Nunca precisaram usar, tiveram que jogar fora.

Contavam também com a proteção das abelhas que frequentavam o jardim de crisântemos entre a árvore e a casa. Viviam pegando as abelhas e fazendo experimentos com elas. Eram picados ficavam doloridos mas nem se importavam. Eram os soldados que eles precisavam enquanto não estavam por perto da casa da árvore que “não tinha teto, não tinha nada”.

Entre um plano e outro divertiam-se jogando “lesca”. Formação de times, arremesso de bolinha, corre, cruza o taco, GANHAMOS! Todos ganhavam, era uma infância saudável. Provocavam o cachorro do vizinho, um Rottweiller perneta que corria atrás da bolinha pela cerca que os separavam, tomavam água e voltavam pra árvore.

A noite, jogavam “escravos de jó” com os irmãos mais velhos, e um outro jogo que exigia coordenação e repetição enquanto se concentravam. Viam filmes de terror, e outros que inspiravam a união da amizade. Na hora de dormir todo mundo amontoado, o medo do pesadelo vinha, mas junto vinha o tio Tigrão dizer como enfrentar os medos, “Quando estiver no meio do pesadelo e o monstro aparecer, faz um círculo vermelho nele, e chuta pra longe, você é maior que seu medo e tem controle do seu sonho!”.

A casa da árvore nunca foi executada, o tempo passou, os troncos ficaram mais grossos só que não foram mais visitados pelos meninos, que já não passavam mais tanto tempo juntos. Outros tempos, outras preocupações. Alguns foram embora da cidade, outros não podiam mais brincar. A árvore ficou doente, teve que ser cortada. Os meninos aprenderam que essa não seria a maior perda que teriam na vida, outras mais dolorosas viriam. A vida exigia muito mais do que cuidar e proteger o território de uma casa que existia na imaginação de todos.

Alguns deles se encontram de vez em quando, outros nunca mais foram vistos juntos. Mas quando todos pensam na infância, lembram-se de como eram felizes e acham nessa lembrança um lugar confortável para estar.

a casa na árvore

a casa na árvore

“E você de que lado está?”

Nessa onda de Marco Feliciano assumindo comissão de direitos humanos e Renan Calheiros e Silas Malafaia e outras anomalias humanas assumindo o poder eu quase me contaminei pela raiva, por palavras feias, por me sentir inútil, pequeno e invariavelmente sem ação. Então uma grande amiga me mandou uma mensagem muito clara, direta e necessária: “pra que isto ? pura contaminação…pense : oque depende de voce ? Podemos protestar, compartilhar mensagens, pressionar , com a consciencia de farzermos oque esta ao nosso alcance.” Caiu como uma luva, um tapa na minha cara para eu voltar para a realidade. Fiz o que podia, entrei para os movimentos de compartilhamentos de fatos sobre essas pessoas sórdidas. A internet hoje é uma aliada à cidadania e democracia, resolvi usá-la ao favor do bem.

Fora Feliciano

Fora Feliciano

Fora Feliciano

Habitualmente acordo 5:30 todos os dias para poder correr na praia, me exercitar e começar o dia saudável para cuidar dos animais. Hoje ao sair de casa ouvindo música e distraído pisei em algo mole, ao olha para baixo vi que tinha um gatinho morto na frente do meu portão. Não, eu não o matei com a pisada, ele já estava morto há algum tempo. Aquilo cortou meu coração. Vi que tinha uma caixa de papelão ao lado do portão e deduzi que haviam deixado o bichinho na noite anterior e por azar eu não o vi pois estava escuro. Lamentei e segui meu caminho, entrei no carro, dei a partida e dei início às manobras. Desde que comecei dirigir minha mãe me dizia: “Preste atenção, você nunca sabe quando terá uma criança atrás do seu carro ou correndo na sua frente”, por essa razão eu sempre estou muito atento. Essa foi a sorte dos outros três gatinhos que sairam correndo de baixo do meu carro. Um se enfiou na caixa, os outros dois entraram por baixo do portão, deviam ter no máximo 1 mês de vida. Consegui resgatar os três enquanto ouvia outro miando muito alto chamando os irmãos em baixo do carro. Meu coração palpitou, será que estava atropelado? Graças a Deus, só estava embaixo do carro. Chamei, veio e coloquei o bichinho junto com os irmãos na caixa. Deixei eles para que a empregada pudesse cuidar enquanto eu saí para continuar minha vida pensando: “Que mundo é esse que eu estou vivendo?” Como diria Renato Russo, “Que país é esse?” , Como pensar em educação ambiental? Como ir para festas de crianças com os animais pensando em falar de respeito? Valores familiares? Qual exemplo que eu tenho pra falar disso? Bem-estar animal com esses bichinhos indefesos abandonados na frente da minha casa?

"Que país é esse?"

“Que país é esse?”

Pensei na minha mãe e liguei para pedir colo: “Mãe, que mundo é esse? acontecendo isso tudo em Brasília, preconceito em 2013? Animais abandonados? Crianças mortas pelas babás? Eu quero pular muito alto pra ver se consigo sair pela porta da extratosfera”.

Ela foi profética ao me dizer: “Yuri, as coisas estão mudando, o mundo está mudando, dizem que o anti-cristo não é uma pessoa, são muitas, você tem que escolher um lado. Continue do lado que está e reze, aja no bem e se prepare para reagir com amor para qualquer coisa que vier.”

Isso me lembrou uma conversa que eu e minha amiga (a do tapa na cara que me traz para a realidade de tempos em tempos) temos sempre. Ela me fala sobre a descrença que teve no mundo um dia. No ápice da tristeza ao enxergar o mundo um lugar perdido e talvez torcendo para que tudo acabasse logo ela teve um insight: “Sempre existiram os bons e os maus, as pessoas que agem para que o mundo seja um lugar pior e as pessoas que lutam com unhas e dentes para que o mundo seja um lugar melhor, então, DE QUE LADO ESTOU? Desejar que o mundo acabe logo, desejar o mal dos meus inimigos me faz estar do lado do mal, então, deixa eu voltar para o meu lado. O meu lado é o do Bem.”

Também estou ouvindo insistentemente Renato Russo 1965 (Duas Tribos):

Quando querem transformar
Dignidade em doença
Quando querem transformar
Inteligência em traição
Quando querem transformar
Estupidez em recompensa
Quando querem transformar
Esperança em maldição:
É o bem contra o mal
E você de que lado está?

Amigos de infância

Eles tinham uns dois ou três anos. Ele gostava do chafariz na frente da prefeitura, ela gotava da grama ao lado do chafariz. Brincavam quando os pais se encontravam, a avó dela morava ali perto, a mãe dele sempre tinha que pegar documentos na prefeitura. O pai dela tinha um sorriso lindo e tranquilo, daqueles que não perderam a infância e ficava com os dois no gramado.

Um morro que era imenso para eles, um pedaço de papelão que cabia os dois sentados, a felicidade e os sorrisos que vinham fáceis a cada vez que escorregavam pela grama até o pé do chafariz.

Os anos passaram, os sorrisos muitas vezes vieram acompanhados de lágrimas que os dois compartilharam nas suas dores mais profundas, nas perdas, nas separações, e em todas essas coisas que os anos trazem junto consigo ao passarem. Selaram, assim, uma amizade duradoura, um sempre ao lado do outro.

Mais anos vieram, separaram-se em cidades diferentes, faculdades diferentes, casaram-se com pessoas diferentes e permaneceram com o carinho igual.

Hoje, quando fecham os olhos e pensam um no outro, há milhares de quilômetros de distância, conseguem sentir a grama e os respingos do chafariz. Sorriem a facilidade da infância entre os momentos de suas vidas adultas.

São Amigos de Verdade

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