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Qual animal é esse? / What Animal is this?

Enquanto isso no criatório mais um membro da família BEAnimal acabou de sair do ovo. Alguém adivinha qual animal é esse? Sem dicas… Acompanhe o Desenvolvimento desse nosso novo companheiro de vida e programas educativos com Crianças. Ela ou ele participará de nossas aulas e educação ambiental em eventos e terá todo o reforço positivo do mundo, seja com comida, carinho e atenção. Nossa família é assim, multiespecífica e muito feliz. What animal is this?….

Quem advinha que bichinho que é esse?

ENGLISH VERSION FOR ENGLISH SPEAKERS

Meanwhile at the breeder another member of our multispecific family is born. Does someone knows who is it? She or he is going to participate at our educational programs with animals and children and we´ll provide all the positive reinforcement of the world for it, either with food or tons of attention and love… What animal is this? do you know?

O treino ou adestramento de animais deve sempre ser supervisionado por um profissional da área. Lembrem-se de que todo processo deve ser feito com reforço positivo! Treinar sua ave é fácil, nós podemos te ensinar. Entre em contato conosco, agende uma aula.

Revista Negócios Pet

Eventualmente escrevemos alguns artigos sobre bem-estar animal associado ao marketing, vendas e fidelização de clientes na revista NEGÓCIOS PET . Aqui estão todos os nossos artigos disponíveis para os lojistas interessados.

Vejam abaixo as reportagens na íntegra em pdf.

 

Essa aqui nos foi enviada em jpeg:

Relação entre alimentação e comportamento

Relação entre alimentação e comportamento

Yuri Domeniconi e as araras Rui e Salvador no quadro “Se vira nos 30” do Domingão do Faustão

Fomos convidados para ir ao programa do Faustão fazer uma apresentação no quadro “Se Vira Nos 30”. Houveram algumas negociações iniciais, empolgação da equipe do Fausto que nos tratou muito bem. A única coisa que pedi foi que se houvesse realmente uma apresentação é que ela fosse didática e que exaltasse os cuidados com os animais. Pedi também que o Faustão nos desse a chance de falar um pouco sobre nosso trabalho de conscientização sobre Bem-Estar Animal em rede nacional. Lógico que tivemos que fazer algo incrível para concorrermos ao prêmio. Mas o principal objetivo era passar uma mensagem de carinho.

Fui com uma equipe linda e unida, Rui, Salvador, Maurício Oliveira (nosso braço direito), Chris Rieken (nosso braço esquerdo). Em nossos corações estava o desejo real de passarmos uma mensagem contra o tráfico de animais, a favor do carinho e respeito entre espécies. Curiosamente em nenhum momento falamos do prêmio nem mesmo como seria bom ganhá-lo. Só falávamos de como eu precisava estar concentrado para passar nossos objetivos.

Antes da apresentação tivemos a chance de conhecer pessoas curiosas e queridas. Um dançarino de Break foi o que mais me chamou a atenção, ele estava lá pela segunda vez e não chegou a se apresentar. Mas nem por isso deixou de se aquecer e treinar o tempo todo. Quando nos despedimos ele disse que tentaria outra vez. Determinação! Lições de onde não esperamos! Um mágico simpático, uma Xuxa masculina, uma banda com instrumentos liliputianos e o carro que faz maluquice! Provavelmente cada um estava lá por objetivos diferentes que casualmente poderia culminar em um prêmio. Mais uma vez, uma curiosidade, ninguém falou de prêmio o tempo todo, todos estávamos focados em mostrar algo e não em ganhar algo!

Falando em bastidores, uma surpresa agradabilíssima, encontramos o elenco da novela Passione enquanto esperávamos para entrar em cena. Gabriela Duarte, Leandra Leal e Bruno Gagliasso foram de uma simpatia incrível. O Bruno se mostrou mais fã de animais e encantou-se com Rui e Salvador. Ficamos um bom tempo conversando e tiramos algumas fotos para o G1 e making of do Fausto. Só tenho a agradecer pelo carinho que ele fez nas araras e toda a conversa e tempo despendido conosco.

Hora da apresentação, sem frio na barriga, estávamos parados nos bastidores, e eu pensava e orava com os meninos: “Que nós consigamos passar nossa mensagem, e que o prêmio vá para alguém que realmente precise, se formos nós é bem-vindo, se for outra pessoa, que faça muito bom proveito e seja muito feliz”

Pergunta: “Quantas araras existem no Brasil?” Passa pela cabeça: “de última hora? assim? sopetão? hum… sei lá! será que já descobriram alguma espécie desde o último senso que eu fiz na minha cabeça?” Biólogo é assim, pelo menos eu sou! Não tenho certeza de nada! Tudo muda em 1 segundo! Com calma eu digo que são 16 ou 17, mas estão reorganizando os grupos e famílias, então não dá pra ter certeza mesmo. Biólogo é assim… ou talvez só eu seja.

Se vira nos trinta! Começo o texto, pego o Rui pelo bico e alguém grita “VIRA ELE PRA CÂMERA” eu me desconcentro mas consigo driblar a perda de foco. 30 segundos… MENSAGEM PASSADA! Objetivo atingido, MISSÃO CUMPRIDA.

A todos que viram, gostaram e nos procuraram elogiando, MUITO OBRIGADO.

O carinho de vocês vale mais que todo dinheiro do mundo.

OBRIGADO

Vencendo os Medos na Ana Maria Braga

untitled-1Dessa vez o programa foi sobre medo e foi na Ana Maria Braga, Rede Globo, quem quiser nos ver, clique AQUI. Estaremos mais para o final da matéria, mas juro que aparecemos!

Grande abraço

Yuri Domeniconi

Entrevista para o “Jornal Hoje em Dia” de Belo Horizonte

A entrevista encontra-se em formato PDF no link abaixo:

Clique aqui para ler

Yuri Domeniconi

Citação em matéria no Jornal O Globo

Crianças e adultos podem segurar uma jiboia sem susto na Fazendinha Estação Natureza

Publicada em 29/05/2009
Por Cláudia Amorim

RIO – E não é que não há mal algum em pegar uma cobra no colo? Pelo menos, não quando elas são jiboias acostumadas com isso. É o que a gente aprende na Casa da Ciência da Fazendinha Estação Natureza, em Vargem Grande.

As crianças seguram, colocam a cobra no pescoço, apoiam a cabeça dela na mão, e jiboia fica lá, fofa, inofensiva. O mais legal é matar a curiosidade em questões como tato, peso e consistência. Se este for o programa escolhido para um dia de sol, a maioria pode estranhar: a cobra não é fria. Ela é pecilotérmica, ou seja, sua temperatura varia de acordo com a do ambiente. Portanto, ela só estará fria, seu estado mais conhecido, se o dia também estiver.

Fora isso, tem as escamas, lisinhas, e o corpo com aquela consistência de músculo tonificado, firme. Também achei Ramon, um dos répteis que “trabalham” nessa função, bem pesadinho. Mas nem sempre é ele que está na escala. July, a jiboia que mais comumente se presta à brincadeira, tirou folga porque havia feito uma bela refeição na véspera. O detalhe da alimentação é importante: Líbero Miranda, o biólogo responsável pelos répteis, diz que a cobra é o animal de estimação ideal, porque só come (e só suja a casa) de 15 em 15 dias.

Em meio a tanta tranquilidade, só fiquei preocupada com a cobra. Será que ela também achava que não havia mal algum ou sofria com aquilo? Líbero garante que não. A Fazendinha, aliás, além de várias outras atividades – como ordenha e plantação – oferece uma apresentação didática concebida pelo biólogo Yuri Domeniconi que tem como mensagem o respeito e o cuidado com os animais.

Fonte: Jornal O Globo

Entrevista na Folha de São Paulo sobre Treinamento de Araras

Treinamento de araras e papagaios pode facilitar convívio doméstico

Por MAYRA STACHUK
da Revista da Folha

Keko, uma arara-maracanã de sete meses adora um colo, quer dizer, um ombro. Isso sempre foi um problema para seu dono. Como todas de sua espécie, Keko evacua praticamente a cada meia hora.

A história mudou desde que a arara começou a ser treinada e passou a fazer suas necessidades apenas na gaiola. “Agora fico atento e procuro levá-lo de quando em quando ao ‘banheiro’. Ele obedece ao comando ‘coco’ e o problema está resolvido”, conta o dono, o analista de sistemas Julio Cesar Reis Batista, 31.

Leonardo Papini/Folha Imagem
Keko, uma arara-maracanã de 7 meses, aprendeu a fazer coco no lugar certo

mayaSegundo o biólogo e treinador de animais Yuri Domeniconi o adestramento de animais silvestres tem sido cada vez mais solicitado. A criação de bichos silvestres em casa, apesar de contra-indicada pelo Ibama e por ONGs protetoras dos animais, é uma realidade freqüente.

“São pessoas que querem conviver melhor com seus papagaios, por exemplo”, explica. Além da sociabilização, segundo ele, as queixas mais comuns são destruição de móveis, gritos (principalmente de araras) e evacuação em lugares errados.

O primeiro passo é uma avaliação do ambiente em que vive o animal –assim como os cachorros, o comportamento das aves é um reflexo do meio onde são criadas. O tamanho e as condições da gaiola interferem na conduta. Animais entediados podem ficar mais agressivos e barulhentos, além de destruírem o que encontram pela frente. Por isso, a jaula deve ter espaço suficiente para ele se movimentar e mais de um poleiro.

Poucos sabem que aves também precisam de brinquedos para se distrair, que podem ser comprados em pet shops. O biólogo recomenda objetos que as façam reproduzir comportamentos que teriam na natureza, como bicar, roer e manipular com as patas. As frutas também são bem-vindas, principalmente em pedaços grandes, para que os animais possam agarrar.

Com isso feito, o “adestramento” acontece no mesmo sistema dos cães: técnica do reforço positivo. Em vez de um cafuné, a recompensa pelo bom comportamento pode ser verbal ou com um brinquedo.

No caso da evacuação, deve-se levar o animal ao lugar certo toda vez que ele comer –geralmente eles evacuam em seguida– e dizer o comando–verbal ou gestual. Assim que atendido, vem o reforço positivo.

O treinamento pode ser feito em qualquer idade e não existe um prazo determinado para o animal começar a responder. Keko, por exemplo, aprendeu os comandos em 15 dias: ele vai uma vez por semana ao pet shop, onde tem “aula” com Domeniconi, e continua as atividades em casa, com o dono, que recebeu instruções do treinador sobre como proceder. “O ideal é que o treinamento seja feito em conjunto entre um profissional e o dono”, diz.

Arara Maracanã

Arara Maracanã

Na mira da lei

A criação doméstica de animais silvestres é uma questão polêmica. ONGs e ambientalistas defendem que nenhum deles deve viver fora de seu habitat. Por outro lado, o Ibama não proíbe o ato completamente.

O que existe, segundo o órgão, é um controle de criadores e comerciantes autorizados a vender animais nascidos em cativeiro. Segundo a analista ambiental do Ibama São Paulo Jury Seino, ficam de fora as mais de 290 aves ameaçadas de extinção, que não podem ser capturadas, criadas ou comercializadas, entre elas: sabiá-castanho, papagaio-da-cara-roxa, papagaio-charão, papagaio-de-peito-roxo, arara-azul-pequena, arara-zul-grande e ararinha-azul.

A dica da bióloga para quem quer comprar um animal silvestre é fazê-lo em criadores ou comerciantes autorizados pelo Ibama (www.ibama.gov.br ou tel. 0/xx/11 3066-2658). “O segundo passo é verificar se o animal esta marcado com uma anilha ou chip com o número de identificação”, diz. O vendedor deve mostrar com leitor óptico o número do chip ao cliente, já que não é visível a olho nu.

Outro fator que garante a legalidade da aquisição é a nota fiscal, que deve descrever, além no número de registro no Ibama tanto do animal como do comerciante, o nome popular e científico da espécie. Sem a nota a compra é ilegal.

O tráfico de animais silvestres é a terceira maior atividade ilícita do mundo (perde apenas para drogas e armas). Só no Brasil, segundo a ONG WWF-Brasil (World Wildlife Fund), são comercializados mais de 12 milhões de animais anualmente.

Ao encontrar um vendedor não autorizado, denuncie ao Ibama.

Esta reportagem foi publicada pela Revista da Folha em 11/02/2007

Para ler no site: http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u4434.shtml

Consultoria para Matéria na Veja: Um Bicho Diferente

Cresce nas clínicas veterinárias um tipo de “paciente” até então pouco usual no ambiente doméstico. São aves ornamentais, répteis e sagüis, como Pingo, o macaquinho que aparece na foto ao lado, à mesa do café-da-manhã da família Vesco. Tais animais já representam 15% dos atendimentos – sinal de que sua popularidade está em alta nos lares brasileiros. Os especialistas chamam atenção para um fato sobre esses bichos “exóticos”: muita gente decide levar um para casa sem antes saber como vive fora de seu habitat e os cuidados (nem sempre) básicos que ele exige. Eis algumas informações sobre três das espécies mais populares:

Iguana

Iguana

IGUANA
Preço*: 1800 reais
O que as pessoas costumam ignorar: é um réptil que chega a medir 2,20 metros, precisa viver em ambientes com iluminação e temperatura controladas e quase não interage com as pessoas

Roberto Setton

SAGÜIwaldemir
Preço: 2300 reais

O que as pessoas costumam ignorar: é boa companhia para adultos e crianças, mas, ao sentir-se ameaçado pela espécie humana, costuma obedecer prontamente aos instintos. “Fui dar banho no Pingo, ele se assustou e me mordeu com força”, relata a pedagoga Taís Vesco (na foto)

TUCANO
Preço: 4500 reais
O que as pessoas costumam ignorar: quando fica irritado, dá bicadas ferozes. Vive em gaiolas equipadas que não custam menos de 1 000 reais

*Preços médios de um filhote
cecy
Cecy & Nikole
Fabiano Accorsi

A paulista Cecy Passos, 37 anos, conta que se curou de uma depressão com a ajuda de Nikole, uma gata vira-lata que adotou há sete anos. “O foco da minha vida mudou: antes só pensava em trabalho”, diz a ex-executiva de uma empresa de tecnologia, hoje consultora da indústria felina. Cecy não poupa dinheiro ao investir no conforto de Nikole.

ALGUNS DOS MIMOS VENDIDOS PARA GATOS COMO NIKOLE:

Musse desembaraçante para pêlos
Preço**: 40 reais

Cristais relaxantes e energizantes para banho
Preço: 25 reais

Almofada que simula o batimento do coração materno
Preço: 75 reais

**Preços médios

Com reportagem de Flávia Pinho

ESPECIALISTAS CONSULTADOS POR VEJA:

Alice Völker Cordeiro (veterinária, especialista em pássaros); Carlos Alberto Scalea (coordenador do setor de répteis da Gang dos Bichos); Denise Gimenez Ramos (autora do livro Os Animais e a Psique); Gisela Coelho (da Água e Estilo Design de Aquários); Ivana Carvalho (veterinária); Luiz Pereira (da Pet From Ipanema); Yuri Domeniconi (especialista em animais silvestres)

Revista VEJA
Para ver no site: http://veja.abril.com.br/020507/p_114.shtml

Entrevista no Programa “Hoje em Dia” na Rede Record

Yuri Domeniconi, Rui, Salvador, Keko, Maya e Pingo no Hoje em Dia

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