Psicologia / Psicology

Psicologia para Treinadores de Animais
Instintos, Imprinting, Condicionamentos Clássico e Operante

Muitos treinadores têm somente a prática em ensinar os animais, utilizam reforços primários e secundários, punições positivas e negativas, nem sempre da maneira mais adequada. Com o conhecimento teórico aliado ao prático pode-se obter resultados muito melhores, em menos tempo e com maior colaboração dos animais. Por isso a importância da Psicologia Comportamental para os treinadores.
Resumindo e facilitando as coisas: o treino de animais é muito simples, cria-se um reforço condicionado no animal (Pavlov), que pode ser um assobio ultrassônico, um click ou um assobio audível, um toque, uma luz, uma batida na água para peixes; depois faz-se entender que ele “apertando os botões certos” ele ganhará o prêmio (Skinner).

O que pode ser um empecilho no meio do caminho talvez seja o instinto agressivo inerente a cada espécie (Lorenz), mas isso não é desencadeado à toa. Normalmente são fatores internos, alheios ao treinador, que liberam esse instinto, portanto, um bom treinador deve saber perceber o animal, conhecer sinais de agressividade de cada espécie. Um animal confuso também pode demonstrar que não entende o exercício dando uma bela mordida ou safanão, ou seja, é comum treinadores insistirem num exercício até irritarem o animal e acabarem sendo atacados. Os melhores passam por isso.

SEMPRE QUE O ANIMAL ATACA, A CULPA É DO TREINADOR, SEJA POR TÊ-LO IRRITADO, SEJA POR NÃO TER INTERPRETADO OS SINAIS QUE ELE DÁ.

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