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BEAnimal anima o Aniversário do Miguel, filho de Nivea Stelmann e Mário Frias

A BEAnimal esteve presente no aniversário de 6 anos do Miguel, filho dos atores Nivea Stelmann e Mário Frias. A festa aconteceu na casa de festas Galaxia Kids, no Recreio, no dia 11 de setembro. Desde o início, Miguel não demonstrou nenhum medo e ficou bastante íntimo de nossos animais, principalmente a Gisele (a cobra), o Tutu e o Bill.

Fizemos a recepção dos convidados e a apresentação. O pacote completo da BEAnimal é sempre um sucesso!

Vejam algumas fotos do aniversário:

Na Mídia

Diversos sites e revistas publicaram matérias com fotos de nossos animais com o aniversariante e seus convidados. Vejam alguns dos links que encontramos na internet:

Revista QUEM
http://revistaquem.globo.com/Revista/Quem/0,,EMI170525-9531,00-NIVEA+STELMANN+MIGUEL+GANHA+NOVA+FESTA.html

EGO – Globo.com
http://ego.globo.com/Gente/Noticias/0,,MUL1618340-9798,00-NIVEA+STELMANN+E+MARIO+FRIAS+COMEMORAM+ANIVERSARIO+DO+FILHO.html

Extra – Globo.com
http://extra.globo.com/lazer/retratosdavida/posts/2010/09/12/nivea-stelmann-mario-frias-fazem-festa-de-aniversario-para-miguel-323798.asp

MSN Entretenimento
http://entretenimento.br.msn.com/famosos/noticias-artigo.aspx?cp-documentid=25546334

Portal CARAS
http://www.caras.com.br/secoes/noticias/noticias/nivea-stelmann-e-mario-frias-fazem-festa-para-miguel-aniversario-seis-anos

Nívea Stelmann Fã Clube Oficial
http://niveastelmannfaclubeoficial.blogspot.com/2010/09/nivea-stelmann-miguel-ganha-nova-festa.html

O VídeoShow também publicou um vídeo sobre os aniversariantes da semana, e a BEAnimal foi destaque mais uma vez com diversas fotos bacanas.
http://videoshow.globo.com/videos/v/video-show-news-traz-a-ultima-dos-famosos/1336865/#/Programa/20100914/page/1

Obrigado a todos.
Estamos muito felizes pelos resultados.

Entrevista para o “Jornal Hoje em Dia” de Belo Horizonte

A entrevista encontra-se em formato PDF no link abaixo:

Clique aqui para ler

Yuri Domeniconi

Citação em matéria no Jornal O Globo

Crianças e adultos podem segurar uma jiboia sem susto na Fazendinha Estação Natureza

Publicada em 29/05/2009
Por Cláudia Amorim

RIO – E não é que não há mal algum em pegar uma cobra no colo? Pelo menos, não quando elas são jiboias acostumadas com isso. É o que a gente aprende na Casa da Ciência da Fazendinha Estação Natureza, em Vargem Grande.

As crianças seguram, colocam a cobra no pescoço, apoiam a cabeça dela na mão, e jiboia fica lá, fofa, inofensiva. O mais legal é matar a curiosidade em questões como tato, peso e consistência. Se este for o programa escolhido para um dia de sol, a maioria pode estranhar: a cobra não é fria. Ela é pecilotérmica, ou seja, sua temperatura varia de acordo com a do ambiente. Portanto, ela só estará fria, seu estado mais conhecido, se o dia também estiver.

Fora isso, tem as escamas, lisinhas, e o corpo com aquela consistência de músculo tonificado, firme. Também achei Ramon, um dos répteis que “trabalham” nessa função, bem pesadinho. Mas nem sempre é ele que está na escala. July, a jiboia que mais comumente se presta à brincadeira, tirou folga porque havia feito uma bela refeição na véspera. O detalhe da alimentação é importante: Líbero Miranda, o biólogo responsável pelos répteis, diz que a cobra é o animal de estimação ideal, porque só come (e só suja a casa) de 15 em 15 dias.

Em meio a tanta tranquilidade, só fiquei preocupada com a cobra. Será que ela também achava que não havia mal algum ou sofria com aquilo? Líbero garante que não. A Fazendinha, aliás, além de várias outras atividades – como ordenha e plantação – oferece uma apresentação didática concebida pelo biólogo Yuri Domeniconi que tem como mensagem o respeito e o cuidado com os animais.

Fonte: Jornal O Globo

Entrevista na Folha de São Paulo sobre Treinamento de Araras

Treinamento de araras e papagaios pode facilitar convívio doméstico

Por MAYRA STACHUK
da Revista da Folha

Keko, uma arara-maracanã de sete meses adora um colo, quer dizer, um ombro. Isso sempre foi um problema para seu dono. Como todas de sua espécie, Keko evacua praticamente a cada meia hora.

A história mudou desde que a arara começou a ser treinada e passou a fazer suas necessidades apenas na gaiola. “Agora fico atento e procuro levá-lo de quando em quando ao ‘banheiro’. Ele obedece ao comando ‘coco’ e o problema está resolvido”, conta o dono, o analista de sistemas Julio Cesar Reis Batista, 31.

Leonardo Papini/Folha Imagem
Keko, uma arara-maracanã de 7 meses, aprendeu a fazer coco no lugar certo

mayaSegundo o biólogo e treinador de animais Yuri Domeniconi o adestramento de animais silvestres tem sido cada vez mais solicitado. A criação de bichos silvestres em casa, apesar de contra-indicada pelo Ibama e por ONGs protetoras dos animais, é uma realidade freqüente.

“São pessoas que querem conviver melhor com seus papagaios, por exemplo”, explica. Além da sociabilização, segundo ele, as queixas mais comuns são destruição de móveis, gritos (principalmente de araras) e evacuação em lugares errados.

O primeiro passo é uma avaliação do ambiente em que vive o animal –assim como os cachorros, o comportamento das aves é um reflexo do meio onde são criadas. O tamanho e as condições da gaiola interferem na conduta. Animais entediados podem ficar mais agressivos e barulhentos, além de destruírem o que encontram pela frente. Por isso, a jaula deve ter espaço suficiente para ele se movimentar e mais de um poleiro.

Poucos sabem que aves também precisam de brinquedos para se distrair, que podem ser comprados em pet shops. O biólogo recomenda objetos que as façam reproduzir comportamentos que teriam na natureza, como bicar, roer e manipular com as patas. As frutas também são bem-vindas, principalmente em pedaços grandes, para que os animais possam agarrar.

Com isso feito, o “adestramento” acontece no mesmo sistema dos cães: técnica do reforço positivo. Em vez de um cafuné, a recompensa pelo bom comportamento pode ser verbal ou com um brinquedo.

No caso da evacuação, deve-se levar o animal ao lugar certo toda vez que ele comer –geralmente eles evacuam em seguida– e dizer o comando–verbal ou gestual. Assim que atendido, vem o reforço positivo.

O treinamento pode ser feito em qualquer idade e não existe um prazo determinado para o animal começar a responder. Keko, por exemplo, aprendeu os comandos em 15 dias: ele vai uma vez por semana ao pet shop, onde tem “aula” com Domeniconi, e continua as atividades em casa, com o dono, que recebeu instruções do treinador sobre como proceder. “O ideal é que o treinamento seja feito em conjunto entre um profissional e o dono”, diz.

Arara Maracanã

Arara Maracanã

Na mira da lei

A criação doméstica de animais silvestres é uma questão polêmica. ONGs e ambientalistas defendem que nenhum deles deve viver fora de seu habitat. Por outro lado, o Ibama não proíbe o ato completamente.

O que existe, segundo o órgão, é um controle de criadores e comerciantes autorizados a vender animais nascidos em cativeiro. Segundo a analista ambiental do Ibama São Paulo Jury Seino, ficam de fora as mais de 290 aves ameaçadas de extinção, que não podem ser capturadas, criadas ou comercializadas, entre elas: sabiá-castanho, papagaio-da-cara-roxa, papagaio-charão, papagaio-de-peito-roxo, arara-azul-pequena, arara-zul-grande e ararinha-azul.

A dica da bióloga para quem quer comprar um animal silvestre é fazê-lo em criadores ou comerciantes autorizados pelo Ibama (www.ibama.gov.br ou tel. 0/xx/11 3066-2658). “O segundo passo é verificar se o animal esta marcado com uma anilha ou chip com o número de identificação”, diz. O vendedor deve mostrar com leitor óptico o número do chip ao cliente, já que não é visível a olho nu.

Outro fator que garante a legalidade da aquisição é a nota fiscal, que deve descrever, além no número de registro no Ibama tanto do animal como do comerciante, o nome popular e científico da espécie. Sem a nota a compra é ilegal.

O tráfico de animais silvestres é a terceira maior atividade ilícita do mundo (perde apenas para drogas e armas). Só no Brasil, segundo a ONG WWF-Brasil (World Wildlife Fund), são comercializados mais de 12 milhões de animais anualmente.

Ao encontrar um vendedor não autorizado, denuncie ao Ibama.

Esta reportagem foi publicada pela Revista da Folha em 11/02/2007

Para ler no site: http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u4434.shtml

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